Questões[editar código-fonte]

Acho que a discussão fonética sobre o termo aseidade não deveria estar no artigo. Já que as duas formas são possíveis, creio que bastava um "Asseidade ou aseidade" no início do verbete. Também quanto à questão se uma forma é preferível à outra ou não, creio que tal afirmação deveria ser acompanhada de fontes.

Isto também vale para a menção ao termo seidade. Nunca o vi em textos de teologia ou filosofia (o que não quer dizer nada, haja vista a quantidade de livros que não li... rs). Creio que, mais uma vez, fontes deveriam ser citadas. Christian Bitencourt diz! 12h40min de 21 de Dezembro de 2007 (UTC).

Fonética e outros[editar código-fonte]

  1. Também se diz, conquanto forma não-preferível, aseidade, e a razão é de ordem estritamente fonética, pois que, tanto numa quanto noutra forma, ss (em asseidade) e s (em aseidade) devem soar sibilantemente como ç (ou, mesmo, ss). Porém, a forma aseidade, ao ser pronunciada — e a se obedecerem estritamente os preceitos fonológicos, dir-se-ia corretamente a/z/eidade, o fonema /s/ a soar /z/, dado achar-se entre duas vogais.
  2. Sob os pontos de vista lógico, ontológico e teológico conjugados, a asseidade divina inclui também necessariamente a seidade divina, este um atributo ontoteológico do ser enquanto ser, de Deus.
  • O apoio à primeira assertiva — forma preferível — acha-se em FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro (RJ), Brasil: Nova Fronteira, 2000. A questão estritamente fonética/fonológica infere-se-a das regras gramaticais ainda vigentes (notadamente, as fonéticas...), embora não esteja expressamente declarada na obra citada.
  • A segunda parte remete a doutrinas esotéricas, lato sensu, e pode ser achada, dentre outros sítios, em:

EgídioCamposDiz! 14h05min de 21 de Dezembro de 2007 (UTC)

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